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Clínica Médica RQE 38724 - Endocrinologia e Metabologia RQE  38725

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Reposição hormonal masculina, quando fazer?



         Por mais incrível que pareça, o decréscimo do principal hormônio sexual masculino - a testosterona - inicia-se já aos 30 anos de idade. A partir dessa faixa etária, a produção do hormônio sexual masculino pelo testículo diminui gradualmente ao longo das décadas subsequentes. Apesar disso, estima-se que apenas 20% dos homens apresentarão queda clinicamente significante da testosterona e desenvolverão o hipogonadismo masculino com necessidade de reposição hormonal.

     O hipogonadismo caracteriza-se por níveis baixos de testosterona associado a sintomas como: queixas sexuais (diminuição da libido e dificuldade de ereção), fraqueza muscular, indisposição, cansaço excessivo, insônia, ganho de gordura corporal, alteração do humor, dentre outros. O aumento da gordura abdominal provoca resistência insulínica e predisposição para o aparecimento do diabetes, aumentando também o risco de doenças cardiovasculares.

         Além disso, um terço dos indivíduos diabéticos ou obesos apresentarão queda dos hormônios sexuais masculinos. Portanto, nesses pacientes é importante investigar independente da idade o hipogonadismo.

      Após investigação pelo médico endocrinologista e descartado outras causas de hipogonadismo o tratamento é realizado com reposição de testosterona, cuja via principal de administração é a intramuscular a cada 20, 30 ou 90 dias a depender da formulação utilizada e conforme necessidade individual. A via transdérmica também pode ser uma opção de tratamento apesar de menos eficaz. O monitoramento é muito importante pois alguns riscos da reposição são o aumento do hematócrito e das enzimas hepáticas e deve-se sempre monitorizar o PSA e manter a rotina urológica em dia. A principal contraindicação para o tratamento é a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou mama.    

      As medicações para reposição hormonal masculina não devem ser usadas para ganho de massa muscular indiscriminada ou melhora do desempenho na academia. Elas podem causar graves efeitos colaterais e sérios danos à saúde. Porém em casos em que há a comprovação dos baixos índices de testosterona associado a sintomas, a reposição hormonal traz uma série de benefícios para o homem: melhora da libido e das queixas sexuais, aumento da disposição e melhora do cansaço, qualidade do sono e memória, perda de peso e ganho de massa óssea e massa magra.


Dra. Vanessa Aoki Santarosa Costa

Médica Endocrinologista formada pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo.

Mestre em Endocrinologia.

Atua em consultório médico particular na Vila Clementino, Zona Sul, São Paulo.